Brincadeiras que sempre fiz com meus alunos como: "toca do coelho" e "caça ao tesouro" nunca pensei que pudessem ajudá-los na construção do conhecimento de localização, de ocupação do espaço e "contar o fim de semana" na ordenação e seqüenciação de fatos. Claro que eu tinha objetivos com estas atividades, mas não exatamente estes.
A leitura do texto de Aracy do Rego, Heloísa Fesch Menandro e Tomoko Iyda Paganelli me trouxe mais segurança no meu trabalho, me dando embasamento teórico para atividades que eu já fazia e ainda traz sugestões de várias outras atividades. Adorei!!!
Quando contamos o fim de semana ou fazemos a linha de tempo, percebo nas crianças a satisfação de saber que os colegas têm vivências diferentes e outras tão parecidas com as delas. Ela se sente comum e ao mesmo tempo especial. Assim aceita melhor suas dificuldades, seus percalços, já que com todos nem tudo é sempre bom. Esta troca faz com que se ajudem mais. Quando um aluno tem dificuldade os outros tentam auxiliar na sua compreensão.
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domingo, 4 de maio de 2008
domingo, 13 de abril de 2008
Qual a distância entre o pensar e o agir?
Ler o texto "Do acaso à intenção em Estudos Sociais" de Maria Aparecida Bergamanchi, me fez pensar o quê e quanto realmente aplico com meus alunos. Às vezes entramos em uma rotina e vamos repentindo algumas ações durante anos e nos distanciando de nossos ideais, do que realmente acreditamos. Defendemos em discussões, argumentamos, mas na prática nos distanciamos. Ser um transmissor de conhecimento é mais fácil que incentivar e auxiliar o aluno a construir seu conhecimento.
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