quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Sonhar

Acompanhando o fórum dos sonhos da disciplina de ludicidade descobri que têm muitas pessoas que compartilham comigo os mesmos sonhos em relação aos alunos, a educação e a sociedade. Estas pessoas assim como eu, estão tentando transformar estes sonhos em realidade.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Educar

Educar é respeitar o homem e seu meio de forma que sua aprendizagem contribua para seu crescimento como indivíduo, inserido em um grupo, com pensamento crítico, que lute contra os preconceitos, as injustiças sociais, econômicas e políticas por convicção não por manipulação.
Ouço mais meu aluno. Saber sobre sua rotina fora da escola, seus medos e desejos me proporciona um maior conhecimento a respeito dele e de seu meio, para poder auxiliá-lo na construção de sua aprendizagem, incentivá-lo a buscar conhecimento para sentir-se seguro e ter coragem de lutar.

Brincar

Lendo as teorias psicanalítica de Freud, cognitiva de Piaget e de Vygotsky percebo o quanto é importante o papel da brincadeira no desenvolvimento infantil. Aprendi que brincadeira é coisa séria.

domingo, 18 de novembro de 2007

Preservação

No mês de outubro fui com minha turma ao DMAE. Retomamos o assunto algumas vezes em sala de aula. Algumas vezes só comentários, outras vezes colocamos no papel o que vimos. Em uma segunda-feira uma aluna quis me contar que havia passado o fim de semana na casa do pai e ele após fazer uma fritura colocou o óleo usado no vaso sanitário e ela o repreendeu. Ele justificou que não poderia colocar na pia. Ela contou-me indignada que o pai não sabia que estava poluindo a água do Guaíba que nós utilizamos. Ela contou que ensinou-lhe a colocar o óleo em uma garrafa de vidro ou pet, com o óleo já frio, e entregar em um local de coleta. Penso que talvez este pai não mude seu comportamento, mas minha aluna já incorporou este aprendizado que é o que importa, mostrando um comportamento de preservação da natureza.

BIENAL

A visita guiada ao Santander Cultural e ao MARGS com os colegas nos lembra que em Porto Alegre temos espaços de arte onde podemos levar nossos alunos inteiramente de graça e oportunizar conhecimento e aprendizagem com a possibilidade de fazermos trabalhos ricos, variados e partindo do contato direto com a arte não só através de livros.
Este ano letivo está terminando, mas já tenho projetos para o ano que vem. Já disse na escola que no próximo ano pretendo sair mais da escola com meus alunos. Acredito que a aprendizagem seja mais significativa.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Evidências

Após as discussões sobre o filme "Doze homens e uma sentença" fiquei mais exigente para formar uma opinião a respeito do que me contam ou sobre as pessoas. Fico me perguntando que evidências levaram a este relato, será que aconteceu mesmo desta forma? Que preconceitos estão envolvidos? E assim não se coloca mais "rótulos" em atitudes e em pessoas.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Artes no CAT

Acreditava que para se ter contato com a arte como se vê em galerias de artes e museus a pessoa não precisava ser conhecedora de arte, mas um certo conhecimento de história e uma certa maturidade achava que era importante. Então não se trabalhava com crianças muito pequenas.
Quando meu "irmãozinho" fez a escolinha de artes da UFRGS há mais de vinte anos, nunca fez releitura de obra de artistas, o que fazia na escolinha é o que fazemos hoje na maior parte das escolas públicas, trabalhamos com materiais e técnicas diversas. Aula de artes no currículo por atividades era dar oportunidade de contato com materiais e algumas técnicas usando tinta com pincel ou com a mão, fazendo carimbos, trabalhando com argila, sucata, fazendo bolinhas de papel crepom para fazer colagem....Incentivá-los a cópia, para mim, era levá-los ao plágio que é proibido, e releitura era desvalorizar a obra do artista. No magistério não tive a disciplina de artes. Hoje com as informações que tive no curso estou reestruturando minha maneira de pensar e agir a respeito das aulas de artes no CAT.